Isabela, era uma garota na dela, uma brasileira animada, que estava no auge dos seus 17 anos, extrovertida, brincalhona e tinha um trejeito sexy. Morena clara, com 1,69 m, curvas bem definidas, coxas fartas. Tinha olhos claros, mãos e lábios pequenos. Andava sempre bem perfumada. Tinha o costume bobo de achar que iriam primeiro se apaixonar por seu cheiro. Ainda era virgem: a última de sua turma de amigas. Não se incomodava nem um pouco com isso, estava esperando a tal da ''hora certa''.
Decidiu colocar sua melhor roupa, e ir na festa com as amigas. Estava ali, já havia algumas horas e esperta sabia muito bem lidar com esse tal lance de assedio. E isso não lhe dizia nada, nem muito menos lhe causava vontades e lhe despertava desejos. Era até tachada como: esnobe, pois não fazia jus á fama, da maioria das garotas por aí.
Até, que o vê, descendo do carro, com um sorriso largo e um copo na mão e seu mundo para. Mas, ele era o típico cara estereotipado, de quem ela vivia fugindo. Moreno, alto, magro, esguio. O evitou e tentou seguir em frente.Olhares. Arriscou algumas palavras, ele se recusa, um choque de realidade, e afastou-se. Surpreendentemente ele não era tão tolo e fútil como havia imaginado. Ele se apressou lhe pediu desculpas e disse que daria um jeito de compensá-la por tal indelicadeza. Ela abriu um sorriso, deu de ombros e voltou a dançar.
No dia seguinte, seu celular apita, com direito a elogios, comentário fofo e pedido de desculpas. E ela, se derreteu.
Ficaram cada vez mais próximos. Ela deixava a cada um dia um pouco de sua desconfiança, enquanto ele atravessava a cidade só para lhe encontrar por um tempo rápido. A ligação era forte, o medo era cada vez mais fraco. Os dias iam passando, os meses, sabiam tudo sobre o outro. Família, sonhos, vontades.. Cometiam doiduras juntos, partilhavam risadas, abraços, beijos, sentimentos e emoções. E no meio de tanta certeza que sentia, ela decidiu que havia chegado a tal ''hora certa''.
Vestiu sua melhor lingerie, passou seu batom vermelho, e como de costume seu perfume preferido. Eles estavam sozinhos na casa dele, e as trocas de carícias estavam cada vez mais intensas. Ele ainda teve o cuidado de perguntar se era isso mesmo que ela queria fazer. Enquanto ele nervosamente e carinhosamente, desabotoava o sutiã dela, beijava-lhe os seios, e a conduzia para a cama. Ela se sentiu corar nesse momento, e só lhe pediu paciência.
Ele desabotoava seu short. Estava nervosa ainda, mas ainda sim conseguia gostar daquele momento tão especial. Soltava risos abafados, inebriados de tesão e vergonha. Ela o despiu calmamente, olhando para seu olhar profundo, e já estavam loucos de desejam quando finalmente se deitaram. Era tudo perfeito: tinha amor, cuidado, carinho, respeito, desejo e tesão.
As preliminares foram deliciosamente orais. Pela primeira vez, alguém chupou-a. Sem saber muito como reagir, só se contorcia de prazer, tremeliques, e soltava gemidos abafados até quase gozar. -Sem ao menos saber o que era isso. E, morrendo de vontade de provar o sabor da penetração, puxa-lo para perto de si, quase implorando com o olhar, para que ele a penetrasse.
Ele se levantou, e colocava a camisinha cuidadosamente. Ela tremia. Queria aquilo, apesar da inexperiência e da dor. Cuidadosamente penetrou-a de leve até sentir estourar o hímen. Havia mais prazer do que dor. Aos poucos, o vai e vem dos corpos, e os movimentos iam se intensificando. Abraçavam-se forte enquanto transavam, como se pairasse ali todo o mundo e o tempo. Era tanto tesão que não cabiam em si: ele logo gozou.
Não havia medo, nem arrependimento, mais sua cabeça estava a mil. Felizes para sempre eu já não sei se foram, ou irão ser. Mas foram e são enquanto duram. E ela agradece sempre, por toda vez que se lembra. Abri um largo sorriso no rosto, e pensa o quão especial ele é..